Ao longo do Caminho, nunca estamos sós… as setas amarelas, conchas e sinais nos guiam todo o tempo. Apontam para Santiago e nos lembram do foco que temos que manter ao longo da jornada. Caminhando com atenção perder-se da trilha é quase impossível, é mais fácil nos perdermos de nós mesmos… o que pode acontecer no percurso.

Muitas vezes me senti rumando para “OZ”, seguindo o mágico caminho amarelo ao encontro do mestre. Um OZ que começa à fazer sentido agora que a jornada de aventura, amor, generosidade e beleza vai ficando na lembrança.

Olhando para os sinais que colecionamos, um grande saudosismo bateu. Uma vontade imediata de embarcar para o início do Caminho e começar tudo de novo. Penso agora que todas esses símbolos que nos guiam aparecem também para nos recordar sobre nosso caminho pessoal. Questionam por que cada um de nós peregrinos, decidiu entrar nessa longa jornada.

As flechas que nos põe foco, também nos chamam para reflexão: “Afinal, qual é o meu Caminho?!”, “Qual é o sentido que quero seguir pra fazer valer a minha existência?!”.

Nada nessa jornada é por acaso, nada é em vão… o que parece simples é o que nos coloca frente à frente com as nossas verdades.

Deixamos aqui um álbum de fotos que fazem parte dessa coleção que hoje damos tanto valor. Coleção que mesmo com o fim da jornada, vai seguir nos recordando o que fomos buscar no Caminho e qual é o sentido que agora devemos trilhar.

Aos que já se aventuraram um dia e quiserem compartilhar suas fotos, fiquem à vontade. Vai ser muito bom somar lembranças…

Ultreya!!

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