Tivemos a sorte e o prazer de conhecer 3 caras super, super bacanas: Paul Chrzan, Dan e Chris Steininger (pai e filho); os criadores da maior maquete da Lego na América Latina, feita exclusivamente para os Jogos Olímpicos.

Só pra vocês terem uma ideia, os caras desenvolveram uma maquete dos contornos do Rio com números impressionantes:

Foram cerca de 2.500 horas de trabalho, ou seja, mais de 1 ano para executar o projeto que reuniu 50 construtores da Lego. A estrutura de mais de 1 tonelada tem aproximadamente 1 milhão de peças que formam diversos pontos turísticos do Rio e revelam a cultura vibrante carioca… simplesmente SENSACIONAl! E o melhor da história é que a maquete vai ser doada para cidade do Rio de Janeiro ao final dos Jogos, sendo eternizada no Museu da Cidade.

Como chegamos lá?! A tal da sorte nos levou para um trabalho junto com o pavilhão da Dinamarca e a Lego, com sede no país, era uma super parceira. Passamos 3 dias com a equipe, tempo suficiente para conhecer Paul, Dan e Chris e perceber o tamanho do amor que tem pelo seu trabalho. Sabe gente que tem orgulho do que faz? Gente que mesmo com a mídia inteira atrás consegue olhar nos olhos e dedicar tempo para cada um? Gente pra quem a fama não diz nada, o que importa é o trabalho bem feito?
Esses 3 caras nos deram uma lição de simplicidade, coerência, amor pelo ofício e uma profunda satisfação pela criação.

A sorte novamente nos levou para conhecer a maquete no dia da coletiva de imprensa, antes de ser aberta ao público. Quando chegamos os jornalistas ainda não estavam lá, então tivemos tempo de namorar a obra. Pra nós que somos amantes do Rio, foi sensacional perceber cada cena, cada um dos milhares de detalhes… todos perfeitos. E o queixo caiu ainda mais quando descobrimos o trio comandou tudo sem nunca ter ido ao Rio, apenas usando referências e a mente criativa.
Só pra inflar um pouco mais a Santa Sorte, um pouquinho antes dos jornalistas chegarem, eles nos perguntam se não queríamos ser “representados” na maquete. “Como assim?” – soltei com empolgação. E não é que nos deram nas mãos uma caixa de bonequinhos para que montássemos nossos avatares para serem colocados na maquete?! Foi isso mesmo, com um sorriso que não cabia no rosto fomos montando corpo, cabeça, cabelo, figurino e feito: a Luah e o Dan de Lego estavam prontos para entrar na maquete “carioca”!

O Chris nos perguntou onde queríamos ficar e pedimos para estar no meio da natureza, minha avatar ganhou um buquê de flores amarelas e fomos colocados um ao lado do outro. Pura emoção.

Agora moramos no Rio, lugar que amamos e que sempre dissemos que queríamos morar. O sonho veio através de nossos avatares, mas trouxe a realidade um pouquinho mais para perto. De hoje em diante podemos dizer que sim, “moramos” no Rio… e vamos ficar por lá enquanto o Museu “nos aceitar”.

É amigos, a vida tem dessas surpresas. Basta a gente confiar no caminho e se abrir para as pessoas que cruzam nossa jornada.

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