Alguns dias depois que começamos a jornada, uma pista oculta sobre o Caminho cai bem em nossas mãos. Um senhor mexicano dividiu conosco alguns símbolos e significados importantes, os quais vinha estudando durante muitos anos. A primeira coisa que nos disse é que devíamos prestar atenção em um símbolo conhecido como “La Pata de la Oca” – em espanhol, a pata de uma espécie de ganso, símbolo que teria relações profundas entre os Templários e o Caminho.

Ficamos com isso na cabeça, mais pra frente nos hospedamos em uma albergue chamado “Pata de la Oca”, que fica em Torres del Río, justamente num povoado onde está um dos templos octagonais sagrados dos Templários; o Santo Sepulcro… e lá Ofélia, a senhora que cuida do templo, nos contou que os Templários esconderam pistas sobre o Caminho em um tal “Juego de la Oca”… ai ai ai, mais uma vez a Oca em nossa cabeça.

Mais alguns km, caímos bem em um povoado chamado Villafranca Montes de Oca e nos hospedamos, sem querer, em uma casa rural cuja dona se chama Silvia Oca… fala sério, quase ficamos loucos!!

E aí fizemos a pergunta que não queria calar: “Silvia, o que você sabe sobre o jogo da Oca?

Acredite se quiser, as regras do tal jogo ancestral templário caui bem em nossas mãos!! Por sorte escrito por Patrícia Rodriguez, uma amiga da família de Silvia, que é umas das maiores estudiosas desse jogo que se tornou popular em toda a Espanha, mas que contém em suas entrelinhas muito mais que um simples jogo.

Então, futuros peregrinos, aqueles que buscam no Caminho seus mistérios, a primeira pista que deixamos é que procurem o significado do jogo da Oca, que é muito mais do que uma simples diversão…

Ultreya!!

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